domingo, 15 de maio de 2011

A PRAÇA DA REPLÚBLICA

A praça da república foi, ao logo dos tempos, submetida a várias intervenções municipais. Algumas delas sujeitadas a inúmeras polémicas na opinião pública.
Desde 1940, houve várias comparticipações paras obras de arranjo da praça da república.
Em 1946, depois de terem comparticipado para arranjar a praça, esta ainda continuava em obras, pondo-se em questão se a localização do posto de viação e trânsito poderia ser na praça da república.
Só em 2001, se realizou a demolição do posto de viação e transito, terminado assim coma questão posta, em 1985, da demolição da praça.
Em 1983, o município resolveu arranjar um plano de reabilitação da praça da república e dai ocorreram pequenas intervenções.
Recentemente decidiram transformar a Praça da República, este nobre local da cidade num espaço mais moderno, acolhedor e atractivo, dando lugar a um novo espaço de convivência social.

Pesquisa realiza por:
Beatriz Sousa
Carolina Martins
Catarina Santos
Sara Estadão

quinta-feira, 12 de maio de 2011

ANTEPASSADOS

A herança dos nossos antepassados é assumida pela estratégia global de intervenção na frente ribeirinha a qual promove a sua recuperação e modernização, contribuindo desta forma para a nossa identidade e memória colectiva.

Trabalho realizado por:
André Pousadas 
Pedro Tavares 
Selton Luís 




quinta-feira, 5 de maio de 2011

HISTÓRIA DO HOSPITAL DO MONTIJO

A sua inauguração foi em 1947 e ao fim de quatro anos, iniciaram-se obras com o intuito de ampliar a instituição, tendo estas sido concluídas em 1954. Dia 1 de Agosto de 1967 o edifício erigido passou a denominar-se por Hospital Concelho do Montijo. Em 1976 o hospital foi integrado no Serviço Nacional de Saúde. Em 1981 foi inaugurado um novo edifício destinado ao Bloco Operatório, cirurgia e Maternidade. A 17 de Fevereiro de 1983, por despacho Ministerial, o hospital foi elevado à categoria de hospital distrital, sendo dotado das respectivas valências básicas. Em 1987 foi inaugurado o edifício de Medicina interna, abrangendo internamento em cardiologia. Em 1995 foi inaugurado o edifício dos serviços administrativos. No ano de 1998, inicia a sua plena actividade mais um novo edifício, onde entram em funcionamento as consultas externas, a nova farmácia e os armazéns. Em 2001, iniciaram-se as obras de remodelação do serviço de urgência, tendo ficado concluídas no último trimestre de 2002. Presentemente, e com o objectivo de adequar os serviços e o serviço prestado à população, os seus órgãos dirigentes encetaram uma remodelação institucional, com o objectivo de ir ao encontro das políticas de saúde vigentes.  
Pesquisa realizada por:
Ana MafaldaDébora Guerreiro
Ema Lopes
João Castanheiro

IGREJA MATRIZ

Com origens anteriores ao século XVI, a Igreja Matriz apresenta um somatório de intervenções, realizadas ao longo dos séculos, que atestam o gosto artístico vigente, desde o manuelino, passando pela renascença e pelo maneirismo, até ao barroco setecentista.
 
Entre 1528 e 1534 sofreu obras de remodelação, sendo dessa altura a construção da abóbada da capela-mor em alvenaria, de características manuelinas, cujas chaves de pedraria ostentam ao centro, um vaso florido e nos bocetes secundários motivos vegetalistas. Desta época será também a belíssima escada manuelina que se esconde no interior da torre do relógio permitindo o acesso ao coro alto.

No século XVII foi profundamente remodelada. Edificou-se a segunda torre, rasgaram-se as portas laterais, construiu-se o guarda-vento e a arcaria interna, dividindo a nave inicial em três, cobertas com abóbadas de berço.
Exteriormente a igreja tem a fachada principal demarcada por duas torres sineiras, com cunhais de cantaria, rematadas por abóbadas facetadas com fogaréus nos acrotérios. O portal principal, de estrutura quadrangular, ladeado por duas colunas coríntias, é sobrepujado por um frontão triangular com três pináculos piramidais, anunciando um janelão gradeado que ilumina o coro. No topo da fachada encontra-se uma lápide com a inscrição: Concelho 1604.
Durante as festas, a Igreja Matriz do espírito Santo torna-se local de grande importância e veneração.

Pesquisa realizada por:
Carina Silva
Carolina Brizida
Patrícia Silva

ZONA RIBEIRINHA


A conclusão da primeira fase da frente ribeirinha do Montijo, que nasceu da vontade política de dar resposta aos novos desafios, devolveu à cidade a paisagem do Rio Tejo, com toda a sua biodiversidade e os seus valores fundamentais.

Pesquisa realizada por:
André Pousadas
Pedro Tavares
Selton Luís

sexta-feira, 29 de abril de 2011

FESTAS DE SÃO PEDRO





Estas festas tiveram origem na festividade religiosa em honra de São Pedro, promovida pela confraria dos pescadores de Aldeia Galega, fundada no século XVI. Durante o evento assiste-se à procissão, à bênção do rio e dos barcos e ao tradicional bodo de sardinha assada, oferecido aos visitantes. A queima do batel , ritual pagão, é também um espectáculo muito interessante. 
Nestas festas populares estão ainda incluídas touradas, largadas de touros e um festival de folclore.


Pesquisa realizada por :
Diogo Pinto
Pedro Silva
Raquel Canhão 

quinta-feira, 28 de abril de 2011

INDÚSTRIA CORTICEIRA NO MONTIJO

Em 1947 é inaugurada a Mundet, começou a fabricar aglomerado negro e mais tarde uma variada gama de artigos. A empresa deixou de funcionar em 1986, depois de aproximadamente 70 anos de existência durante os quais não deixou de exportar para diversas partes do mundo. Hoje em dia é substituída por um Supermercado E leclerc, com tudo, ainda se pode ver no local uma das chaminés da antiga fábrica e o antigo depósito de água.
No final da década 70 ainda existiam 45 empresas corticeiras no Montijo.

Pesquisa realizada por:
Ana Mafalda
Débora Guerreiro
Ema Lopes
João Castanheiro