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quinta-feira, 26 de maio de 2011

História da Tertúlia Tauromáquica do Montijo


O Grupo de Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica de Montijo foi fundado pelos Srs. Dr. Paulino Gomes; Cambolas; Carlos Ramos e José António Parrinha, tendo como primeiro Cabo o Sr. Renato Dias, fazendo a sua estreia em praça no dia 03 de Maio de 1959 na Monumental Amadeu Augusto dos Santos, desde esse ano percorrendo os mais altos tauródromos da tauromaquia mundial; em Portugal actuaram em todas as feiras importantes, assim como em Espanha e França, levando e honrando o bom nome do Montijo aos locais mais remotos da tauromaquia, tendo conquistado vários trofeus ao longo dos anos.

Trabalho realizado por:
Carina Silva
Carolina Brizida
Patrícia Silva

quinta-feira, 19 de maio de 2011

HISTÓRIA DAS FESTAS DO MONTIJO



A época das festividades da Cidade do Montijo, outrora Aldeia Galega, remonta ao séc. XVI.
Após um ano inteiro no mar, era preciso parar para agradecer ao padroeiro. Era então nessa altura que a confraria dos pescadores fazia as festividades.
Um velho batel engalanado era transportado, em procissão, do bairro dos pescadores ao adro da igreja. No cortejo, realizado ao cair da tarde, incorporava-se a filarmónica e participava toda a população, desfilando pelas ruas. Após a ceia, iniciava-se um grande baile em redor do batel, que entretanto começava a arder.

Trabalho realizado por:
Carina Silva
Carolina Brizida
Patrícia Silva

quinta-feira, 5 de maio de 2011

IGREJA MATRIZ

Com origens anteriores ao século XVI, a Igreja Matriz apresenta um somatório de intervenções, realizadas ao longo dos séculos, que atestam o gosto artístico vigente, desde o manuelino, passando pela renascença e pelo maneirismo, até ao barroco setecentista.
 
Entre 1528 e 1534 sofreu obras de remodelação, sendo dessa altura a construção da abóbada da capela-mor em alvenaria, de características manuelinas, cujas chaves de pedraria ostentam ao centro, um vaso florido e nos bocetes secundários motivos vegetalistas. Desta época será também a belíssima escada manuelina que se esconde no interior da torre do relógio permitindo o acesso ao coro alto.

No século XVII foi profundamente remodelada. Edificou-se a segunda torre, rasgaram-se as portas laterais, construiu-se o guarda-vento e a arcaria interna, dividindo a nave inicial em três, cobertas com abóbadas de berço.
Exteriormente a igreja tem a fachada principal demarcada por duas torres sineiras, com cunhais de cantaria, rematadas por abóbadas facetadas com fogaréus nos acrotérios. O portal principal, de estrutura quadrangular, ladeado por duas colunas coríntias, é sobrepujado por um frontão triangular com três pináculos piramidais, anunciando um janelão gradeado que ilumina o coro. No topo da fachada encontra-se uma lápide com a inscrição: Concelho 1604.
Durante as festas, a Igreja Matriz do espírito Santo torna-se local de grande importância e veneração.

Pesquisa realizada por:
Carina Silva
Carolina Brizida
Patrícia Silva